O ministro Franklin Martins afirmou que "faz bem discutir comunicação" e que a Confecom será uma oportunidade para isso. "O mundo mudou. Há uma convergência de mídias." Segundo ele, "o governo até agora tratou a imprensa com um grau de liberdade como nunca antes na história deste país".
O secretário-executivo da Secom, Ottoni Fernandes, disse que boa parte das políticas defendidas já é praticada pelo governo e se irritou ao ser questionado sobre o conteúdo das propostas: "Como você obteve isso?". E se queixou ao ser indagado se a Secom iria defender o fortalecimento da mídia regional e de TVs públicas.
Sobre a proposta de criar mecanismos para a compra de papel-jornal pela imprensa regional, disse que o governo "quer estimular as entidades a comprar em conjunto o material". A respeito do marco regulatório para o direito de resposta, afirmou ser uma idéia para discussão.
Tereza Cruvinel, presidente da EBC (Empresa Brasil de Comunicação), disse que a distribuição equânime de concessões de rádio e TV já estava prevista na Constituição, no artigo 223.
O Ministério da Cultura afirmou que a proposta de restringir a propriedade cruzada de veículos de comunicação visa "colocar em discussão uma política que incentiva o respeito a direitos básicos do cidadão".


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