A Comissão Regional em Defesa da Vida do Regional Sul 1 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), presidida por d. José Simão, bispo diocesano de Assis, publicou folheto chamando o Presidente da República de "Herodes". A ofensa religiosa se deve aos pontos mantidos pelo Governo Federal no terceiro Programa Nacional dos Direitos Humanos (PNDH3). A Presidência da República sequer dispôs-se a comentar.
O documento afirma que "Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!", em linguagem passional, e com críticas à união civil entre pessoas do mesmo sexo, ao direito de adoção por casais homoafetivos e à proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
Para d. José Simão, "não é uma campanha contra o projeto", apesar da linguagem, "mas de alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida", enfatizando que "o que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver", sem se mostrar sensível aos demais setores da sociedade e nem admitir a linguagem religiosa agressiva.
A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC -, 22-01-2010.
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O documento afirma que "Lula permitirá o massacre de centenas de milhares ou até de milhões de crianças no seio da mãe!", em linguagem passional, e com críticas à união civil entre pessoas do mesmo sexo, ao direito de adoção por casais homoafetivos e à proibição da ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União.
Para d. José Simão, "não é uma campanha contra o projeto", apesar da linguagem, "mas de alguns pontos em que acreditamos que ele agride e extrapola os direitos humanos e o direito à vida", enfatizando que "o que nós contestamos é a falta de sensibilidade desse decreto, que funciona como um projeto, e não ajuda em nada ao Estado Democrático de Direito em que queremos viver", sem se mostrar sensível aos demais setores da sociedade e nem admitir a linguagem religiosa agressiva.
A notícia é da Agência Latino-Americana e Caribenha de Comunicação - ALC -, 22-01-2010.


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