Um dos eixos fundamentais da atuação e missão evangelizadora da CNBB ao longo de sua existência tem sido a promoção e a defesa dos Direitos Humanos.
Diversas são as iniciativas em prol da democracia, desde às Campanhas da Fraternidade; a busca pela concretização da Lei 9840 cont ra a corrupção eleitoral; a re c ent e Campanha Ficha Limpa até o empenho pela reforma agrária, justa distribuição de terras, apoio na elaboração dos Estatutos da Criança e do Adolescente, do Idoso e da Igualdade Racial. Nesse contexto, frente à apresentação do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), a CNBB novamente deseja participar do diálogo nacional que se instaurou a partir dele e diante de suas convicções declarar que “ao longo de sua história, vem se manifestando sobre vários temas contidos no atual PNDH.
Diversas são as iniciativas em prol da democracia, desde às Campanhas da Fraternidade; a busca pela concretização da Lei 9840 cont ra a corrupção eleitoral; a re c ent e Campanha Ficha Limpa até o empenho pela reforma agrária, justa distribuição de terras, apoio na elaboração dos Estatutos da Criança e do Adolescente, do Idoso e da Igualdade Racial. Nesse contexto, frente à apresentação do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH 3), a CNBB novamente deseja participar do diálogo nacional que se instaurou a partir dele e diante de suas convicções declarar que “ao longo de sua história, vem se manifestando sobre vários temas contidos no atual PNDH.
Nele há elementos de consenso que podem e devem ser implantados imediatamente. Entretanto, ele contém elementos de dissenso que requerem tempo para o exercício do diálogo, sem o qual não se construirá a sonhada democracia participativa, onde os direitos sejam respeitados e os deveres observados”.
A declaração feita pela CNBB, no último dia 15 de janeiro, reafirma sua posição em defesa da vida e da família, e contrária à descriminalização do aborto, ao casamento entre pessoas do mesmo sexo e o direi to de adoção de crianças por casais homoafetivos. E ainda destaca a rejeição à criação de “mecanismos para impedir a ostentação de símbolos religiosos em estabelecimentos públicos da União”, pois considera que tal medida intolerante pretende ignorar nossas raízes históricas.
A íntegra da declaração da CNBB sobre o PNDH pode ser acessada pelo endereço www.cnbb.org.br.


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